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  • Ana Thomaz

Como surgiu o nome Vila XI?

A principio, quando decidimos iniciar esse processo demos o nome: A Vila.


Após uma meditação, surgiu o nome Vila XI, e percebemos que poderia se referir a casa astrológica XI, casa do signo de aquário, a era que estamos entrando e que faz com que novos modos de convívio possam acontecer, pois aquário traz o tempo de criarmos juntos e a percepção que o universo é uma rede de energia em circulação.


Também pode ter referencia a carta XI do tarot de marsellha, "A Força", um arquétipo que fala sobre a coexistência da firmeza e delicadeza gerando um campo potente capaz de criar o inimaginável, amiga do tempo, age sem atropelo, e se relaciona com seus instintos sem medo e sem repressão; fortalecendo a capacidade de criação de caminhos próprios mesmo estando aberto a todas as relações.


E quando usamos no formato de algarismo arábicos podemos pensar que 11 é composto por singularidades mas que só é capaz de existir na união.


No livro "Viaje a través del zoodíaco - Un libro de astrologia para niños" da argentina Martina Carutti, tem uma descrição inspiradora sobre a energia de aquário.


Quem criou este caminho?


O homem quer responder que foi ele,

mas sabe que não é assim.

Este caminho, esta tarefa, esta obra tem sido criada pela vida.

Já criou uma e outra vez. E uma e outra vez a criará.


Quando responde em voz alta um relâmpago ilumina o céu por um instante. Golpeia a ponte e a quebra. Essa besta estranha sabia desaparecer com uma explosão.


O homem avança uns passos até o abismo. O nada.

Um vazio de céu celeste e luminoso.

Como se uma corrente elétrica atravessara seu corpo, se vê impulsionado a dar um salto. Um salto cego. Ao vazio.


Se despoja de seu manto para sentir-se livre e leve. Salta. Cai. Veloz, voando. Os braços estendidos.

O vento na cara.

Adrenalina. Vertigem. E sem saber como, está do outro lado do abismo.


Ali se encontra com um grupo de pessoas de todas as idades, de todas as raças, de todas as cores. Vão vestidos de formas diferentes. Penteados a seu modo. Falando a seu modo.

Em vários idiomas. Todos distintos.

Mas todos tem algo em comum: um ponto de luz no meio de si, uma estrela silenciosa.


Saúdam ao recém chegado, o recebem com um sorriso.

Dão boas vindas como se o conhecessem, mesmo sem conhece-lo.

Porque isso não importa, ali há lugares para todos.

As pessoas estão indo e vindo. Vão para uma fonte de onde emerge abundante aguas coloridas. Agua vibrante, brilhante, elétrica. Como um arco íris.

Levam um cântaro entre suas mãos, o enchem com a agua magica e o passam a um companheiro. Os cântaros circulam de mão em mão. São uma rede de seres diferentes que fazem circular a agua da fonte.

Chegam até a ladeira da montanha e a vertem abaixo.

A agua cai vibrando como rios. Riachos. Cascatas.

A agua-energia corre até os lugares onde se a necessita.

Para os vales, para os campos, para as populações ali embaixo.

Para o mar.

Circula e nunca se estagna.

Move-se e por isso é sempre fresca, sempre limpa, sempre vibrante.


Chegam novos companheiros e são recebidos com alegria.

Chegam para somar a tarefa. Muitos vem caminhando envolto de suas capas cinzas. De diferentes lugares. Através de diferentes caminhos.

Vários crêem estarem sozinhos, mas não estão.


É tempo de criar juntos

O universo é uma rede de energia em circulação.


Esse é o potencial da Vila XI



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